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Mesmo de plantão no encerramento de semana, dei um jeitinho e tive o alegria de olhar novamente a uma exibição da enorme cantora Ekena (com Vinicus Lima) no Al Janiah. Assim como descobri tempo com o intuito de curtir os covers saborosos da banda Tokakela no niver da Andrea, na Carauari. E ainda ‘fiz parte’ de um grupo de artistas soviéticos que discutiam o papel social da arte e lutavam por liberdade de expressão pela Combinação Soviética dos anos setenta (no video ‘Doblatov‘). Curiosamente, as reinvindicações e as dúvidas levantadas no longa russo são bem idênticos às que ouço da boca de escritores e músicos nos saraus de nossas periferias.


O que me faz refletir a respeito de os abundantes modos que os sistemas opressivos (vários deles ditos ‘democráticos’) têm para confinar e marginalizar a posição e a arte dos que lhes são opositores (ou são, simplesmente, artistas independentes, inquietos e livres). Lá (nos anos 70) como cá (em éssepê, 2018), a independência é aquela flor tenra que necessita ser regada e protegida.


Não deixemos que a pisoteiem (tá rico em ‘candidatos’ a isto por aí). Respirar o perfume da independência é o que nos move. Here, there and everywhere. Neste instante escrevi nesse lugar, sobre o assunto nós, artistas da ‘resistência’ brasileira, porém vale bem como pros escritores russos do filme: “mesmo que ninguém noticie, tem sarau a conceder com pau, canais superlegais, coletivos ativos, teatros lotados e bandas às pampa comemorando aniversário.


Insiste e não desiste o nosso movimento que o corte no orçamento não desmonta. Vontade crescente de gente louca e instituída seguindo em frente. Caminhando e cantando e botando teu bloco na via. Criando música política carnaval e cultura. Compondo versos de batalha na unha e sem rancor. Nós e nossas bandeiras trincheiras de flor.


Nossa arma é nossa arte nossa bala é nosso amor. Sim, a gente EXISTE! Grato com finalidade de quem resiste”. Moska está na cidade. Sou superfã de tuas levadas e letras. Se você admira um serviço pop com temas inteligentes e melodias belas, não deixe de encaminhar-se por esse show. Ouvi falar de Paulinho Moska primeiro no grupo vocal Garganta Profunda (que cantava Beatles, Jobim e óperas medievais), depois na banda de pop-rock Adversários do Rei (dos divertidos hits Uma Barata Chamada Kafka e Adelaide).


Foi neste ano bem como que Moska iniciou intercâmbio musical com artistas da América do Sul. Gravou “A Idade do Céu”, versão sua pra “La Edad del Cielo”, do uruguaio Jorge Drexler. Depois, Drexler participou de seus shows no Brasil e o levou para apresentações no Uruguai e na Argentina, onde se aproximou do argentino Kevin Johansen, que participaria do álbum ao vivo “Muito Insuficiente Pra Todos”.


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’, desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. Noticiando eventos optativos nesse blog, topei com os shows que um certo Videoclube Charada promovia em sua sede, em Sapopemba, pela ZL. Soube depois que Gilberto Petruche, o dono, há longo tempo fazia do lugar um point de resistência cultural para encontro de bandas e shows de artistas facultativos.


Rica Bigio Calado dá o show ‘Calado! ’, um recital-documentário para contrabaixo, eletrônica e vídeo, fundado no livro homônimo, ainda não publicado, de teu pai, Stenka Calado. A peça conta o assassinato de Jaime Calado, jornalista e associado do Partido Comunista Brasileiro, em 1949, durante manifestação contra Plínio Salgado, líder integralista (o fascismo brasileiro), em Fortaleza, Ceará.

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